Janaína Dutra: Uma Dama de Ferro


Comentários da Estréia do Filme

 

Leia comentário da Revista a CAPA (mais)

Vagner de Almeida: Amei estar com todos vocês! Fortaleza continua a fazer a diferença entre as diferenças.
Parabéns GRAB por toda atitude e comportamento positivo que essa instituição desempenha por todos esses anos.
Amo muito vocês! - Um beijo dos de sempre Richard Parker e Vagner de Almeida

Cristina Camara: Assisti ao documentário “Janaína Dutra – Uma Dama de Ferro”, de Vagner de Almeida, duas vezes, mas serão necessárias muitas outras para poder apreender a riqueza de detalhes do documentário em si e da trajetória de Janaína. 
   Sobre o documentário, estilo que gosto muito, Vagner conseguiu localizar as personagens precisas para re-construir e re-contar a história de Janaína, em suas múltiplas facetas. Sua trajetória ativista é conhecida por muitos, mas relacioná-la a sua trajetória de vida oferece à audiência uma grata surpresa. Gostaria de comentar um pouco esses dois aspectos, mas antes é fundamental destacar a interessante opção por mesclar as narrativas históricas com as entrevistas e o depoimento da própria Janaína. A pluralidade de lugares referenciais das pessoas entrevistadas, falando sobre momentos e aspectos diferentes, e os diversos recursos utilizados enriquecem o documentário.
    Sobre a trajetória de ativista, que obviamente não se dissocia de sua trajetória pessoal, mas, ao contrário, é parte dela, os relatos dos companheiros de diversas frentes demonstram a capacidade de articulação de Janaína, sua aceitação, respeito e bem querer por parte dos que tiveram o privilégio de atuar com ela. Na luta pelos direitos humanos, na defesa das pessoas soropositivas e no entendimento de que a prostituição pode ser uma opção, mas na maioria das vezes não o é para as travestis, que carregam múltiplas inserções sociais negativas, cotidianamente, dificultando suas vidas sob todos os aspectos.
    Sobre sua trajetória de vida, é bonito e gratificante saber que uma família simples, de São Francisco de Canindé – cidade cearense de tradição católica, na qual abundam os devotos de São Francisco –, mantém a coerência entre sua religião e o respeito às diferenças. Isto é possível notar nos relatos dos familiares quando falam sobre Janaína, mas também nos relatos sobre ela e nos seus próprios. Um exemplo está presente na maneira como Janaína conseguiu relacionar sua identidade ‘Janaína Dutra’, duramente conquistada, a seu nome familiar ‘Jaime’ ou ‘Jaiminho’. Não se percebe uma polaridade, ao contrário, parece haver uma agregação de espaços e valores quanto à masculinidade e à feminilidade. Janaína foi inclusive uma referência paterna para seus sobrinhos. Quando alguém da família certa vez lhe perguntou sobre seu nome, ela respondeu: “Me chame de qualquer jeito.” Ela soube ser respeitosa com suas irmãs, por exemplo, e talvez por isto mesmo seja tão respeitada e lembrada com muito carinho e saudade por todos os familiares, amigos e companheiros de luta. E que amigos...
    A relação com os amigos denota também dificuldades e desafios, não para aceitar Janaína, mas para entendê-la e respeitá-la, o que chega a ser comovente. Destaco apenas a narrativa de Manoelzinho, porque não seria possível aqui comentar a enorme riqueza de todas as outras. Chama a atenção sua grandeza e discrição quando ele diz ter percebido os seios de Janaína, mas não fez comentário algum, porque comentar soava quase como por em evidência algo apartado de seu ser. E, fosse como fosse, sua amiga era inteira para ele, independente das opções que fizesse sobre seu corpo. 
    A mãe de Janaína é um capítulo à parte, mas duas palavras me vêm à cabeça para tentar descrevê-la: Dignidade e lucidez. Segundo uma das irmãs: “Sempre aceitou o Jaime do jeito que ele era”. Por sua vez, não poderia deixar de destacar as palavras de Janaína que, a meu ver, compõem a mescla de sua trajetória: “O apoio familiar te empodera na sociedade”.
    Como dito inicialmente, há muito mais a ser extraído nas informações e lições que o documentário retrata, por isso é preciso assisti-lo mais de uma vez.
Por último, mas não menos importante, gostaria de mencionar que o documentário de Vagner de Almeida consegue retratar uma beleza agreste, ao mesmo tempo rigorosa e simples. Beleza explícita na fotografia logo no início, mas subjacente ao longo do filme. As músicas, os ritmos, vão se adequando aos diferentes cenários. Enfim, é lindo porque é simples! Além da enorme contribuição por registrar e tornar pública esta história. Parabéns!

Cristina Câmara -Socióloga, Doutora em Ciências Humanas/UFRJ e Coordenadora da “Acicate: Análises Socioculturais.

Renato C. Eller: Janaína Dutra, brasileiro, nordestino, travesti, advogado, filho, irmão, tio, amigo, militante dos direitos humanos... Uma Dama de Ferro, sem dúvida. Não precisamos ir longe, nem em épocas distantes para buscarmos herois que caminhe a nossa frente, vivos ou mortos, nos ensinando que dá pra tropeçar sem cair, quando o que nos move nessa estrada cheias de farpas, como bem disse o diretor Vagner de Almeida, é a convicção de que o caracter é a única medida entre nós  que deve ser considerada. Já ouvir dizer que o heroi é um grande vaidoso, dos males o menor. Janaína era vaidosa, quase toda mulher é. Janaína tinha admiradores, quem não deixaria aflorar seu Narciso que atire a primeira pedra. - fragmentos do filme: Sra Dargenira mãe de Jana´ˆna - “Dos meus filhos, sem querer ofender os outros, ele foi o melhor.” –  seu sobrinho - “Me orgulhava em dizer na rua que ele era meu pai.” - seus sobrinhos criancas -  “Como você prefere que eu te chame, Jaime ou Janaína? - De qualquer jeito!” -  "Serás Deus ou Deusa? Que sexo terás?”
Os herois de outrora usavam espadas de ouro, ou tinham o domínio da palavra persuasiva. Jaime teve janaína, sua arma contra as farpas das estradas.
 Janaína Dutra - "... O pensamento das famílias nordestinas é que além de ser viado ainda se veste de mulher. - Não conseguem entender que a  construção da dentidade da travesti, que mora junto da ambiguidade em ter um macho e uma fêmea dentro de um corpo, que as fazem diferente."
Meu amigo, falar das qualidades técnicas e artísticas com que você  conduz seu trabalho seria uma redundância, você já passou dessa fase. Seu filme tem tudo isso, como os outros também, mas sempre traz mais alguma coisa, Janaína Dutra, Uma Dama de Ferro é exemplo disso.
 Senhor Vagner de Almeida, sem querer ofender os outros, mas de todos os seus filmes, Janaína Dutra, Uma Dama de Ferro é o melhor!

Carlos Renato Eller
Ator, Escritor, Amante das Artes

Jose Reinaldo: Vagner,  adorei o filme, fiquei muito emocionado com a mãe da Janaina, com a fala do sobrinho, das  irmãs, da  ASSISTENTE SOCIAL que a ACOMPANHOU NO LEITO DE MORTE. Esta Assistente social já é UM ANJO.  A força da Janaína vinha do amor que recebeu dos familiares, com certeza!Revi o filme em casa, no sábado.Parece-me que a vida da Janaína não foi um mar de rosas, foi caminhar em um “arame farpado”, sem rede, como descreve o seu amigo, mas teve muita poesia e praticou o grande desafio de expressar a sua individualidade em um pano de fundo social preconceituoso e cruel. Parece-me que ela praticou a verdadeira espiritualidade que É A ESPIRITUALIDADE DE SER ELA MESMA, DE  SER AUTÊNTICA. Parabéns por CAPTAR TANTA POESIA NESTE  DOCUMENTÁRIO.

Rafael de la Dehesa: Oi Vagner! Adorei seu filme! Foi muito impressionante e um tributo digno de uma grande ativista! Meus parabens!!

Marina Maria: Parabéns! Reforço as felicitações! Brilhante história de vida, contada à altura, de uma forma delicada, emocionante e envolvente! Ficaria horas ouvindo mais sobre Janaina. Um abraço e sucesso! A luta é árdua, mas vale, com certeza!

Alan Nobrega: Querido Vagner, que registro belíssimo e emocionante de uma figura forte e lutadora. O seu filme para mim é uma linda obra de arte, e eu não estou sendo nada exagerado, é pura emoção. Parabéns pelo sucesso, e obrigado por nos emocionar. Um grande abraço!"

Claudia Dahaia: Parabéns, Vagner!!! Que Deus abençõe você dando força e iluminação nesse trabalho sociocultural e disseminador do sentimento que habita cada ser humano, da necessidade de respeito e valorização das qualidades que todos temos, deixando implícito ( ou será explicito?) que gente é para brilhar não para morrer de fome e humilhações. Parabéns, você merece cada sucesso e brilho que conquista. bjs,

Margarida E. Nascimento: Vitórias,vitórias e vitórias para os que empreendem. Abração e só vitórias paixaõzinha

Salete maria: Meu caro Vagner,
"Quanto mais eu o contemplo, muito mais eu me extasio''!
 Parabéns, figura linda! Os comentários desta estudiosa sobre sua obra refletem o quão gigante é sua capacidade humana para transformar em arte, em reflexão, em luz, tudo o que a vida te oferece pelo caminho. Janaina, onde estiver, está orgulhosa de voce e agradecida por tudo, eu creio! Um forte abraço e sigamos nos falando,

 Bia Salgueiro: Um primor de comentário, Vavá e retrata realmente o sentimento que se leva depois de ver o filme.

José Pinho: "Parabéns Vagner pelo lindo documentário. Que coisa boa, vc imortalizar a vida dessa criatura maravilhosa que foi a Janaína. E ao mesmo tempo, através do seu filme mostrar o quanto é importante o amor, o carinho e o respeito da família na criação de qualquer individúo, quer seja hétero, gay, preto, branco, amarelo, defeituoso, doente etc.... BEIJÃO QUERIDO."

Jane Esteves: "QUERIDO, SÓ TENHO QUE ME ORGULHAR DE VOCÊ. CONTINUE NESTA LUTA QUE NÃO É MAIS SILENCIOSA GRAÇAS A VOCÊ E TANTOS OUTROS. PARABÉNS, MANO. O FILME É LINDO DEMAIS"

Sergio Mota: Que bom que deu tudo certo, querido. Parabéns!

Gloria Careaga: Eu disfrute muito a exhibicion, parabéns Vagner!

Bruno Cordeiro: Esse teu filme está dando o que falar. Fazendo sucesso e comovendo por todos os cantos do Brasil!

Juan Carlos: Que sonho legal, gostei muito!!! O filme está lindo d+., ate chorei!!!!

Susanna Lira: "Querido Vagner, adorei muito ter ido! o filme é muito bacana! Na torcida pra que ele rode o mundo e te faça muito feliz!"

Bia Salgueiro: “Vavá, gostei muito do Janaína Dutra. Ficou bem diferente da primeira cópia, com uma narrativa agradável e contínua. Novamente me emocionou e me deu vontade de ver mais, de conhecer mais da vida de Janaína. O resultado foi ótimo! Você consegue fazer surgir, através dos depoimentos, o valor humano de Janaína, personificando nela, a história de tantas pessoas que travam suas lutas pessoais pelo seu direito de ser. Parabéns mais uma vez.Beijo”

Álef Gomes: HAHA muito obrigado Vagner, eu adorei participar do evento!

Miriam Grossi: "Vagner, obrigada por tua visita à Florianópolis. Todo mundo adorou teus filmes e deixastes uma marca na Ilha com teus incriveis comentários.

Luciano Jahnecka: Ola Vagner, revi mais uma vez o documentário da janaina dutra e é de deixar sem palavras momentaneamente, uma pedrada, chacoalhada, e deixa a gente com uma sensação de que muita coisa tem que mudar, mas mesmo quando o inimigo é abominável não é necessário ser triste. quero saber como poderia fazer para obter uma cópia do filme? eu quero presentear uma grande amiga minha com ele. conversei com o felipe e achei melhor falar contigo, se fosse possível fazer uma cópia do dvd que está com felipe. ok?
um abraço

Beto Kaiser: Oi Vagner... sucesso neste filme que deve ser maravilhoso...
Gostaria de saber como posso adquirir uma copia. Conheci Janaina e tiramos algumas fotos e participamos de vários eventos. Num deles eu e ela prendemos um cara que cuspiu em minha cara, numa parada em Maceió'. Dra. Janaina foi brilhante na delegacia... hehehehe

Claudio Lemos escreveu: "Vagner o Filme da Janaina é lindo. Assistimos no onibus retornando de Juiz de Fora, depois da Parada de lá, com Oswaldo Braga, Leo Mendes, Clovis e Rafa."

Jaqueline G. Jesus: Vagner, boa tarde! Quando o seu filme sobre Janaína Dutra estréia em Brasília? Estou triste de não poder ir a nenhuma das estréias! Abraços e parabéns pelo belo e importante trabalho!

Robertto Domigues: - Adoraria estar no Rio para assistir a este documentário. Janaína era uma pessoa incrível que merecia ter a história contada/preservada para todxs que não tiveram o privilégio de conhecê-la. Beijão

Renata Valente: Querido amigo, lindo maravilhoso seu trabalho, vou publicar este video no grupo, me senti mais forte, com mais garra, você é um anjo que Deus colocou como exemplo e para nos incentivar a luta.. obrigada amigo, sinto um orgulho imenso de conhecer aqui, que seja no virtual um ser humano tão lindo. Amei ler sobre Janaína, que dom o seu maravilhoso de resgatar uma historia real de uma guerreira.. beijos

Ronald Assumpção: Meu amigo, que maravilha. Parabéns. Fico tão feliz por você. Justiça sendo feita para celebrar o seu talento. Bravo! Beijos e saudades.

Margarida Estela Mendes: Caríssimo, certamente que também e só e somente poderíamos congratularmos com mais esta sua merecida vitória e creia que trata-se apenas mais uma vitória alçada nestas suas incansáveis lutas,sem sombra de dúvidas repletas de percalços.
 Saudações Emancipacionistas, fortíssimo abraço da parceira com mesmos ideais de luta, -Presidente do COMDIM-Conselho Municpal dos Direitos da Mulher-Campos dos Goytacazes-RJ

Adriana Roso: Oi, Vavá! Teu documentário foi passado em um congresso em Rio Grande, aqui no Sul. Eu não estava, mas meus alunos apresentaram vários trabalhos lá.
Eles assistiram o documentário e adoraram. Bjs

Sandro Prado Santos: Vagner! Participei de um congresso em Rio Grande/RS e em uma mostra de vídeo foi exibido o filme de sua autoria "Janaína Dutra" excelente. Gostaria de saber como faço para obtê-lo para trabalhar com meus alunos/as do curso de Graduação em Ciências Biológicas? Aguardo retorno. Desde já agradeço e parabenizo pela produção.

Bruno Cordeiro: E ai meu querido!! Coisa boa ver que esse filme está se "alastrando" pelo resto do brasil. Maravilha isso! É o reconhecimento a ti e a Janaína.  Vim te fazer um pedido: Posso passar o teu filme no sábado, aqui em florianópolis, pela semana da diversidade, um dia antes da parada? To na organização e sugeri o teu filme para uma mostra e depois terá debate. Se me liberares, te mando um relatório depois contando tudo como foi. Aguardo respostas. Abraços, meu querido amigo!

Eduardo Luiz Barbosa: Parabéns Vagner, queria muito estar ai e assistir na estréia, mas não foi possível. fica o desejo de quero ver. "Queria estar ai e prestar minha homenagem a grande Dama e ao Diretor Vagner de Almeida"

Keila Simpson: Delicia! Ví o filme no hotel em Brasilia em um momento de folga, e confesso que me emocionei muito,mais do que no dia da minha gravação. Tá lindo, emocionante, comovente etc. Sabia que vc teria a sensibilidade para apurar a essência da nossa "dama de ferro". Parabéns pelo rico filme e pelos momentos emocionantes que nos proporcionou. Bjs

Fabiola Lemos: Vamos marcar aqui em New York, uma mostra assim que você chegar. Saudade.

Etiene Petrauskas: Bom d+ rever as fotos! Mostra como a noite foi iluminada!!!

Eduardo Luiz Barbosa: Vagner, recebi uma copia atraves do Adrian. Assisti agora a pouco e estou sem palavras. Esta magnifico - Rever janaina com toda a sua garra e leveza foi o máximo. Além é claro da força que nos dá sua caminhada. Sua familia e amigos completam o ciclo. Deixo aqui também meu beijo a grande Dama Janaina. Parabéns pelo belo trabalho.

Veronica Guedes: "obrigada, querido. É sempre um prazer estar com um guerreiro como você! O filme está lindo. beijo, veronica."

Camila Castro: Querido, é sempre um prazer e uma diversão ter você por aqui! O filme de Janaína é lindo! Um sucesso! Emocionante!
Parabéns novamente! A noite ontem foi especial e hilária....rsrsrsr que ótimo! Adorei, vc é um querido e Etiene também! Depois quero as
fotos: Manilhas na madrugada! rsrsrs Beijão!

Mácio Leal: Fico super feliz por sua estréia e que tudo tenha sido otimo. A felicidade as vezes esta nas coisas que fazemos com amor. e no
seu caso no trabalho que voce faz com tanta dignidade e amor no que faz so pode dar nisto. Muita alegria para você e os seus Beijao grande
seu amigo marcio leal!

Danyelle Araujo: Muita vontade de ter ido e mais, muita vontade de ter assistido o filme, ainda estou de recuperação da minha cirurgia. Q pena!!.. Parabens pelo evento, as fotos estão lindas!.Mil bjs da Dany.

Alessandra Guerra: não deu pra ir, pois estava doentinha em casa. mas todos os comentários super positivos... não vejo a hora de assistir!

Vagner de Almeida: Senti muita falta de vocês amigas... tudo foi o esperado e muito mais... público delicioso, sensível e acima de tudo Janaína deixa uma história para ser contada por muitos. Para mim como o diretor do filme foi um marco na minha vida e na minha trajetória em documentários.Esse tributo a Jana era há muito desejado por mim e pelos amigos...os holofotes da noite foram para D. Dargenira a mãe de Janaína

Alan Nobrega: Parabéns!!! Quando vai estreiar no Rio? Quero estar presente. Abração!!!

Renata Valente: PARABÉNS, EXCELENTE TRABALHO, QUANDO CHEGA AQUI EM SÃO PAULO? QUERO ASSISTIR..

Mariza LGBT: Coração, vamos tentar fazer um lançamento aqui no Espaço Cultural de Nova Iguaçu! Sucesso, como sempre! Bjihuss

Marcio Leal: Você merece tudo de otimo meu amigo você sempre foi um batalhador nato !!!

Suzana Lira (cineasta): Que bacana Vagner! doida para assistir no Rio!

Jack Carvalho (cineasta): O filme ficou muito lindo. Grande registro da vida de Janaína Dutro e da luta LGBT no Brasil. Parabéns.

Linda Gondim: "Adorei a "homenagem" à Fortaleza DELA!"

Talita: Olá Vagner, tudo bem? Estava ansiosa pra assistir ao filme da Janaína Dutra, pois já tive o prazer de participar de alguns debates na
UECE em que ela protagonizou, quando eu ainda era estudante de Serviço Social e sempre a admirei muito, por sua postura e principalmente
pela sua história de luta. Devo dizer que apesar de ser meio "frouxa" pra chorar, mas o filme me emocionou bastante e confesso que quando se
trata de direitos humanos, reviro o meu coração ao avesso! Parabenizo a todos aqueles que participaram da produção, em especial a você
enquanto idealizador do projeto. Devo dizer que me orgulhei bastante pelo fato do meu marido ter participado de um projeto tão bonito, aliás,
as imagens dele estão lindas (risos...). Quanto ao convite feito pelo Henrique, eu reforço! Será bem vindo na nossa casa camocinense!!!!
Mais uma vez parabéns e um grande abraço.

Daletty Dy Paula: "Uma pena não esta em Fortaleza, Jana, eterna mãezinha, imortalizada em nosso corações

Francisco Pedrosa (Pres do GRAB): Bonitão, o filme vai rolar em Juazeiro do Norte Teatro SESC Patativa do Assaré, terra
de Padre. Cícero e da Cordelista Salete Maria, beijos, Chico

Claudia Penalvo (Somos): "parabéns ao pessoal do GRAB e ao Vagner pelo importante e lindo trabalho!!!! Precisamos de histórias que mereçam ser contadas!!!!

SUCESSO!!!! - com certeza! já estamos guardando um lugar bem especial para ele/ela na
segunda edição do Festival CLOSE! Mais uma vez PARABÉNS!!!!" "

Cristina Câmara
Socióloga, Doutora em Ciências Humanas/UFRJ e Coordenadora da “Acicate: Análises Socioculturais.

"Amigas e amigos do GRAB, se pudesse estar em Fortaleza não perderia esta sessão de estréia por nada.
Esta Dama foi uma amiga muito especial e faz muita falta, seja em nossas vidas,
seja nas lutas contra a homofobia e pelos direitos humanos.
"Na emoção de receber esse convite me recordei de um dos tantos momentos da militância em que pude
admirar essa guerreira.
Era a Conferência Nacional de Direitos Humanos, em Brasília, e Jana e eu nos hospedamos no apartamento
do Caio Varela. Num dos dias da Conferência, a Jana estava compondo a Mesa de Coordenação da Plenária
e sua tarefa seria a de ajudar o Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
naquele momento, o então Deputado Federal Orlando Fantazini (PT/SP), nos encaminhamentos dos debates.
Pois o Orlando Fantazini, em uma atitude que muito nos orgulhou passou a palavra à Janaína que fez uma fala sobre
a luta das travestis pela cidadania e foi calorosamente aplaudida.
Ou seja, num tempo super limitado e sem nem constar na programação, nossa Dama de Ferro marcou aquela Conferência.
Valeu, Jana, sei que estás aqui com a gente. Beijão"

Ayla Andrade: "Parabéns a todos e todas, por não deixar a memória do que é Janaína. Divulgarei. Desde já me coloco a
disposição para que essa produção esteja a disposição das juventudes que frequentam o CUCA, através da programação
do cineclube."

Marco Aurélio Oliveira: "Querida JANAINA, pessoal especialíssima, um dos meus maiores feitos nestes mais de 20 anos de militância nos e por direitos humanos foi articular a vinda de Doutora Advogada JANAINA DUTRA,a VI - Parada do Orgulho LGBTs de Goiânia - Goiás para dar uma aula de cidadania no calçadão da Rua do Lazer centro comercial da cidade, foi simplesmente tudo... Eu amo de paixão esta mulher!!"

Neusa das Dores Pereira: Parabéns pela iniciativa,a DAMA DE FERRO, JANAINA , deixou saudades e lacunas,MERECE !Bjs

Jose Marcos: "É uma pena,essa nossa diversidade geográfica não nos permite, mas estarei presente de coração podem ter certeza. Um
grande Xêro Wagner!"

 Chamada e Comentários na Revista A CAPA: Documentário resgata história de Janaína Dutra, advogada e travesti Por Redação em
24/02/2011 às 16h21 "Janaína Dutra: Uma Dama de Ferro" é o novo documentário dirigido por Vagner de Almeida. Com produção do
GRAB - Grupo Resistência Asa Branca, sediado em Fortaleza -, o filme resgata a história dessa personagem real. Janaína morreu em
fevereiro de 2004, aos 43 anos, vítima de câncer no pulmão. Advogada, militante, ativista e travesti dedicada aos direitos LGBT, teve
importante participação no movimento. Colaborou na primeira campanha de prevenção da Aids entre travestis, e entre outros pioneirismos,
foi a primeira travesti portadora de carteira profissional da OAB com identidade feminina. No filme, amigos e familiares dão depoimentos
sobre Janaína. O projeto tem estreia no dia 12 de maio, em Fortaleza - Janaína nasceu em Canindé, Ceará. Na sequência, o documentário
segue para festivais e mostras.


Neno Ferreira: Mais um docomentario importante do mestre Vagner de Almeida sobre a realidade que o público LGBT que mais sofre com os
problemas sociais. Obrigado Vagner e a Capa por esta sempre nos mostrando a realidade como ela é. Nos da AGANIM somos seu fã.

Eduardo Barbosa: Uma grande dama com a qual tive o privilegio de compartilhar alguns momentos, poucos mas intensos. Delicada, carinhosa,
batalhadora e determinada. Dura quando tinha que o ser.

Henrique Leão:
Parabéns aos realizadores por uma homenagem muito merecida. E através da sensibilidade do diretor Vagner de Almeida, só nos
resta aguarda uma linda obra

Washington (Well) Castilhos: Tem histórias que têm que ser contadas. Histórias de pioneiras e pioneiros que abriram caminhos difíceis de serem
abertos, de mato grosso, para que hoje possamos desfrutar de uma certa liberdade - se comparada à época em que essas pessoas viveram - e possamos
continuar lutando por nossa cidadania. E, mais uma vez, o ativista e cineasta Vagner de Almeida - a quem tenho o prazer de chamar de amigo - refaz,
com humildade e brilhantismo, os passos de uma dessas pessoas, assim como fez em trabalhos anteriores. Obrigado, Vagner, por nos contar as histórias
de brava gente como foi a Jana[ina Dutra, porque nem sempre os mais famosos são aqueles que realmente fizeram. E Vagner tem essa sensibilidade de
identificar, com olho clínico, quem realmente fez a diferença. A história da Janaína vale a pena ser contada, vale a pena ser vista. Well Castilhos

Rita Colaço: A obra que Vagner de Almeida vem construindo é de alta relevância. Não apenas em seu aspecto histórico - por si só importantíssima -,
mas, sobretudo, por integrar-se no esforço coletivo pela conquista, em nosso país, DA GARANTIA DA EFETIVIDADE DOS PRINCÍPIOS
CONSTITUCIONAIS: Dignidade da pessoa, isonomia, equidade e nâo discriminaçâo. Recuperando a história e a realidade social de ativisvas
precurssores e indivíduos anônimos integrantes do último segmento social a permanecer alijado da proteção dos direitos humanos e da cidadania plena,
Vagner mais que exerce a sua arte - opera uma militância cívica. Militância cuja qualidade e relevância nos enche de orgulho e gratidão.

 

 


 

 
 

 

MAIN (English version)
HOME / CASA
PRINCIPAL (clicar Português)

para maiores informações enviar e-mail:
vagner.de.almeida@gmail.com

 

© Todos Direitos Reservados Vagner de Almeida